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	<title>Ricardo Seola</title>
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		<title>É Culpa do Trend</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 12:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Seola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando cheguei na Itália lembro que uma das primeiras coisas que pensei foi: “vem cá, não existe agência de propaganda na velha bota?” Nada de fachadas caprichadas, logos modernos ou... <a class="read-more" href="http://www.ricardoseola.com/e-culpa-do-trend">Read The Rest &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando cheguei na Itália lembro que uma das primeiras coisas que pensei foi: “vem cá, não existe agência de propaganda na velha bota?” Nada de fachadas  caprichadas, logos modernos ou material de comunicação elaborado. Muito pelo contrário. Pouco mais de uma ano estudando e trabalhando nesse meio, descobri uma regra de ouro do mercado italiano: não interessa o que você diz que é,  só vão te respeitar pelo trabalho que você faz. E daí, onde entra o trend? Não entra, sai.</p>
<p><strong>A “Comunidade”</strong><br />
Em 2009 a alimentícia Kraft atualizou sua embalagem de queijo, deixando com uma aparência mais moderna, seguindo as tendências de embalagens da Marks &amp; Spencer e centas de <em>mee too</em>, com uma bela foto do produto e tipografia protagonista. Agora, pouco mais de um ano depois, a Kraft voltou a vender seus queijos com a embalagem antiga. Sobre esse episódio o <a href="http://www.thedieline.com/" target="_blank">The Dieline</a>, melhor e mais relevante blog de packaging design, publicou um artigo de Michael Colton intitulado “Qualidade de Museu ou Sucesso de Mercado?” No artigo Colton diz que “o design que funciona ajuda a vender, enquanto o design bonito vira assunto na comunidade do design”. A parte delicada desse discurso é justamente entender o que “comunidade do design” significa e qual o poder da sua influência.<br />
O design, as artes e em geral todas as disciplinas da comunicação fatalmente perdem o controle sobre suas “comunidades”. Como são vitalmente dependentes da aceitação popular, acabam sugerindo ao público algumas verdade absolutas e, depois que essa verdade é aceita, procuram suprir em doses nada homeopáticas às expectativas geradas. Não é um pecado, é uma questão de mercado, de sobrevivência. O problema é a overdose.</p>
<p><strong>Overdose=Trend</strong></p>
<p>Sabe aquele site cool, que sabe o que está acontecendo antes mesmo de acontecer e que talvez nem aconteçam? Culpa dele. Não, espere aí: Culpa sua. Culpa nossa. É assustador perceber o lugar comum em que caíram os blogs de design, artes e comunicação. Todo mundo quer ser o curador do universo.<br />
Olha só a música: Por ser uma arte temporal, quando ouvimos uma canção tendemos naturalmente a tentar resolver, “compor” o que virá a seguir. Por isso que canções populares, sucessos comerciais, têm formulas mais ou menos parecidas. Depois de um Lá Menor, é normal esperar um Fá, por exemplo. Fazemos isso inconscientemente por que estamos acostumados a essa progressão, e para o cérebro vale a regra do menor esforço. Se depois desse Fá vem um Dó, e depois um Sol, já tem gente dançando sem medo de ser feliz. Somos traídos pela obviedade, gostamos porque nos lembra de algo que já gostávamos antes. Hoje o mundo do design pende pra essa filosofia. Se um estilo funcionou, basta usá-lo pra tudo. Acontece que a musica, teoricamente, tem a seu favor a liberdade artística. Design não é arte. Design é projeto com interesse comercial, é produção em série. Mas não é de hoje que essa “produção em série” está sendo substituída por “criação em série”.</p>
<p><strong>Sua marca a preço de banana</strong></p>
<p>O ótimo banco de imagens <a href="http://www.istockphoto.com/" target="_blank">iStockphoto</a>, melhor amigo de muitos designers que não tem condições de arcar com os preços da GettyImages, está começando com sua venda de logos. O “Logo Training Manual” do iStockphoto  diz que “desenhar um ótimo logo pode ser mais difícil do que parece” e dá dicas preciosas do tipo “seu logo deve ser único” ou “as linhas dever ser grossas o suficiente para que o logo seja reproduzido em várias mídias”. Depois uma empresa que nunca conversou com você vai comprar um logo genérico, que poderia ser comprado por sua concorrente, por um preço que pode variar entre 100 e 1000 doletas.<br />
O iStock não é pioneiro na área, não são poucos os sites que pipocam vendendo logos prontos por poucas dezenas de dólares. Alguns parecem clipart do Word, outros são realmente bonitos. Mas e aí, o papel do logo é ser bonito?<br />
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/diversos/porque-a-coca-cola-ganhou-da-pepsi-nos-ultimos-100-anos/" target="_blank">Isso me lembra a comparação entre Coca-Cola x Pepsi, justificando a liderança da primeira.</a><br />
Óbvio que isso não é uma crítica a atualização da imagem corporativa, muito pelo contrario. Entender o que está acontecendo em volta e se adaptar é uma virtude, não um defeito, mas é preciso cuidar com as armadilhas. Como disse Tom Ford “Moderno significa contemporâneo, não ‘de momento’”.<br />
Agora, comprar logo pronto? Convenhamos, comprar um logo pronto é assumir que você não sabe o que quer, não sabe o que tem e nem sabe onde quer chegar. Não espere que depois seu cliente saiba.</p>
<p><strong>Freak Show</strong></p>
<p>O Alexandre Matias, do <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/" target="_blank">Trabalho Sujo</a>, publicou essa semana um pôster do Frank Chimero que diz “O Design não vai salvar o mundo, vá fazer voluntariado”.  Não vou discutir o uso fora de contexto do pôster, criado por Chimero – que é designer – como critica há uma camiseta com os dizeres “O Design vai salvar o mundo” que fez algum sucesso na internet.<br />
O comentário patético de um dos leitores foi “Yeah, fuck you hipsters, artsy e bastardos miseráveis com retenção anal…Seu wayfare e sua calça colorida não vão salvar sua vida”. Quer dizer que graças ao trend os designers não só conseguiram a proeza de banalizar o estilo dos seus trabalhos, mas também, no Brasil &#8211; <a href="http://ricardoseola.com/blog/artigos/onde-fui-me-meter/" target="_blank">onde o design mal existe</a> &#8211; conseguiram banalizar e estereotipar eles mesmos.</p>
<p><strong>Trend Report</strong></p>
<p>Leio, guardo e divulgo cada site desses que publica o meu trabalho. Nós designers / artistas dependemos deles. Acho que sites como o <a href="http://trendwatching.com/" target="_blank">Trendwatching</a> ou o nacional <a href="http://fresta.net/" target="_blank">Fresta</a> prestam um grande favor ao mercado, organizando a informação de forma inteligente com um foco bem definido e profissional.  Mas quando todas as suas fontes de informação, da política aos esportes, publicam o mesmo vídeo do gatinho, as releituras minimalistas pra pôsteres de filmes e a Zooey Deschanel de vestido de bolinhas, rola uma depressão.<br />
Já os cool hunters ocasionais, que vivem de adwords, disponibilizam o pop/cool a torto e a direito, e empresas que contratariam profissionais pra construir ou cuidar da sua marca acabam se deleitando com toda essa informação gratuita. Com a “inspiração” onipresente, basta um mínimo esforço para adaptá-la a sua realidade.<br />
Mínimo esforço e mínimo resultado. Martin Puris, considerado pelo Ad Week um dos vinte mais influentes profissionais de propaganda dos últimos vinte anos, disse que “se inspirar no jardim do seu vizinho geralmente significa parar de pensar por si mesmo, e a menos que você consiga fazer melhor que o vizinho, esse será um caminho certo pra estar sempre em segundo lugar”.<br />
A “comunidade do design” com muito sacrifício emplaca uma filosofia, os cool hunters a vendem como “next big thing” e o mercado não deixa mais o designer sair desse ciclo. Flyers de pizza, pôsteres de rave e suplementos de jornal de domingo são lindos, já que trazem o estilo cool que o público já viu nos blogs. Profissionais por acaso, os micreiros (também conhecidos como “sobrinhos do dono”) se inspiram nesses materiais e jogam sem dó nem piedade a última pá de terra sobre a dignidade da nossa profissão oferecendo seu trabalho em troca de um sanduíche de presunto (zaz!) e uma Fanta Uva de 600ml.<br />
Como disse John Demsey, presidente do grupo da francesa Estée Lauder “Eu adoro ler relatórios de tendência, assim eu sei exatamente o que não deveria estar fazendo”. Não é a toa que uma varejista como a Prada, por exemplo, esteja há mais de 100 anos no meio da galeria Vittorio Emanuele. Ela não segue relatório de tendências. Ela está nesses relatórios.</p>
<p><strong>Mondo Cane</strong></p>
<p>Voltando a Itália: Conversando com colegas da Scuola Politecnica di Design, constatei que o pesadelo pra qualquer designer gráfico por aqui é trabalhar em uma agência de propaganda, justamente pelo padrão engessado imposto ao estilo e à obsessão por seguir as tendências que o mercado infelizmente aprendeu a apreciar. Essa postura talvez tire destes profissionais os trabalhos mais bem pagos, mas os oferecem os mais prazerosos, aqueles que um dia quem sabe serão conteúdo dos trend reports.<br />
Enfim, não tem a ver com ser contra o cool hunter. Só acho que o mundo é um lugar menos legal quando muita gente está em busca do cool e pouca gente está afim de criá-lo.</p>
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		<title>Entrevista em Trânsito</title>
		<link>http://www.ricardoseola.com/entrevista-em-transito</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 10:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Seola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista concedida ao Antonio Rossa, do Transitoriamente. ____________________________________________ O catarinense Ricardo Seola saiu do Brasil há pouco menos de dois anos rumo à Itália, com o objetivo de se aprofundar... <a class="read-more" href="http://www.ricardoseola.com/entrevista-em-transito">Read The Rest &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida ao Antonio Rossa, do <a href="http://transitoriamente.wordpress.com/2010/05/24/entrevista-em-transito-catarinense-ganha-premio-internacional-de-design/"><strong>Transitoriamente</strong></a>.</p>
<p>____________________________________________</p>
<p>O catarinense Ricardo Seola saiu do Brasil há pouco menos de dois anos rumo à Itália, com o objetivo de se aprofundar no estudo do Design. Deixou uma empresa e uma banda para trás e se mandou para o velho mundo.<br />
Passado algum tempo os resultados dessa empreitada já começam a aparecer. Há pouco Seola faturou um prêmio de grande importância para o design mundial, o “iF Awards”.<br />
Criou um brinquedo chamado “Original Soundtrack” que mistura diversão e música para crianças, e fez a diferença.<br />
Seola conversou com a Transitoriamente, por e-mail, diretamente da Terra do Design.</p>
<p><strong>Qual o valor e o que significa para você ganhar um prêmio do porte do If Concept Awards?</strong></p>
<p>Profissionalmente vale muito, o selo “iF Award” quer dizer que o projeto foi posto a prova e aprovado por um júri especializado e o mercado dá muito valor a esse prêmio. Para quem, como no meu caso, está entrando no mercado, é quase uma prova de maturidade, um facilitador enorme. Pessoalmente talvez valha mais ainda, dá confiança, principalmente por ter sido meu primeiro e único projeto de produto até hoje, sendo que até 2008 eu trabalhava com marketing.</p>
<p>Eu brinco dizendo que possivelmente não farei mais nenhum, assim termino com 100% de aproveitamento.</p>
<p><strong>O que você pretendia intimamente quando criou o brinquedo “Original Soundtrack”?</strong></p>
<p>O briefing era bastante aberto, qualquer produto relacionado a crianças (0 a 10 anos). Queria que meu projeto fosse estimulante, que contribuísse de alguma forma para o desenvolvimento pessoal da criança. Envolver música foi natural, já que é minha grande paixão. Meu primeiro contato com música foi relativamente cedo, aos 7 anos, e sei o quanto é importante ter esse tipo de estímulo durante a infância. Daí a ideia de oferecer um “instrumento”, um primeiro contato com esse universo.</p>
<p><strong>Há no design essa eterna briga entre forma e função, como o que geralmente ocorre entre arquitetos e engenheiros?<br />
Isso é uma questão possível de se resolver ou é inerente ao trabalho do design conviver com essas dicotomias?</strong></p>
<p>Encaro o design como comunicação, como contar uma história. A fantasia, indispensável pra contar uma história é a mesma fantasia indispensável pra deixar um objeto não apenas necessário, mas acima de tudo desejável.  Moschino, estilista italiano polêmico e revolucionário nos anos 80/90, disse o seguinte sobre isso:</p>
<p><em>A fantasia é aquela parte do projeto adicionada gratuitamente.<br />
Diz-se que a fantasia chega no artista a noite, nas viagens,<br />
no supermercado, nos movimentos mais impensáveis.<br />
A fantasia chega quando termina o dever,<br />
e então o projeto tem, a mais, um coração impresso!</em></p>
<p>Ninguém é fã dos produtos Braun dos anos 60 porque eles são exemplos de perfeito funcionamento. Dieter Rams, então projetista da marca, é um gênio, e apesar dele prezar pelo minimalismo suas criações são um sucesso porque são bonitas pra caramba! E é infinitamente mais complicado projetar o simples, as pessoas em geral reconhecem isso e dão valor.</p>
<p>Ao mesmo tempo, movimentos como o anti-design dos anos 60/70 e o Memphis nos anos 80 propuseram com grande sucesso objetos extravagantes, onde a forma quase nem deixava espaço pra função. E quem está certo? O mínimo ou o máximo? Pra mim está certo quem consegue chegar até as pessoas. Sou um pró-pop convicto e acho que precisamos do Le Corbusier assim como precisamos do Frank Gehry, e precisamos do Dieter Rams assim como precisamos do Philippe Starck.</p>
<p><strong>Geralmente imaginamos o produto do design como sendo algo material, físico. Onde está o design metafísico?</strong></p>
<p>Acho que é mais ou menos como usar uma camiseta de banda. Ninguém usa porque é bonita ou porque a malha é boa, mas pra passar uma imagem de si mesmo que gostaria que os outros percebessem. Assim deve ser o design, a parede de casa, a estante da sala. Como eu disse antes, acho que o design deve contar histórias.</p>
<p><strong>Na sua opinião, qual a relação entre música e o design, e o que isso implica no seu dia-a-dia?</strong></p>
<p>Em ambos a intuição é tão importante quanto a técnica. É um continuo exercício de sensibilidade, de tentar entender de que forma a mensagem vai chegar ao destino final.</p>
<p>Gene Simmons, do Kiss, certa vez disse o seguinte: “Estou cansado de músicos dizendo ‘não me importa o que você quer ouvir, vou tocar o que eu quiser porque sou um artista’. Você é um artista? Então pinta minha casa, bitch!”. Lido com o design da mesma forma. Meus problemas eu resolvo como bem entender, mas pra resolver os problemas dos outros, precisamos, sem arrogância, entender o que os outros precisam. É um processo inclusivo, não exclusivo. O público não quer saber se quem está no palco sabe ler partitura, o público só quer cantar junto.</p>
<p><strong>Digamos que seja possível reconhecer os traços do design italiano, do inglês, do alemão e do japonês em seus automóveis, por exemplo. Qual seria o design Brasileiro?</strong></p>
<p>Acho lamentável bater no peito com orgulho pela vocação multi-étnica, multi-cultural, multi-isso e multi-aquilo e na hora de se expressar usar sempre os clichês de nordeste e favela.</p>
<p>Isso fica claro na literatura, no cinema, e já começa, infelizmente, a ser uma característica do (embrionário) design Brasileiro. Um exemplo: digo sempre que no Brasil existem dois designers. Chamam-se Humberto e Fernando e, pra detonar o aproveitamento, eles são irmãos.</p>
<p>No último Salone del Mobile, em Milão, com certeza estiveram entre os protagonistas e há algum tempo começam a formar no resto do mundo uma ideia mais clara sobre o tal design Brasileiro.</p>
<p>Sou muito fã da linha de pensamento dos Campana, mas as suas criações reforçam minha bronca com os clichês quando recebem nomes como “Cabana”, “Brasilia”, “Favela”…O design italiano é reconhecido como o mais relevante do mundo, mas não se inspira na pizza, no panettone, na máfia. O “Made in Italy” não faz referimento ao país, mas a uma linha de raciocínio, uma filosofia projetual, coisa que não existe no Brasil. Penso que não vai existir enquanto o Design no Brasil for tratado de forma acadêmica e não como assunto de mercado. Até lá os nossos “mestres” promoverão nas universidades calorosas discussões sobre a correta utilização do termo “logomarca” ou “desenho industrial”.</p>
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		<title>Heineken leva Milanistas pro teatro</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Seola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Genial essa pegadinha da Heineken feita ontem aqui em Milão. E como a ação já foi muitíssimo bem descrita pelo Merigo no Brainstorm9, pego aqui o texto emprestado: Ontem, dia... <a class="read-more" href="http://www.ricardoseola.com/heineke">Read The Rest &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Genial essa pegadinha da Heineken feita ontem aqui em Milão. E como a ação já foi muitíssimo bem descrita pelo Merigo no <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.brainstorm9.com.br');" href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/10/22/pegadinha-da-heineken-leva-torcedores-do-milan-ao-teatro-no-dia-do-jogo-da-champions-league/" target="_blank">Brainstorm9</a>, pego aqui o texto emprestado:</p>
<p>Ontem, dia 21 de outubro, aconteceu o primeiro duelo entre Milan e Real Madrid, na fase de grupos da UEFA Champions League, obviamente uma das partidas mais esperadas do campeonato.</p>
<p>Se você é torcedor fanático de uma das equipes, o que mais gostaria de fazer em uma quarta-feira de futebol? Assistir o jogo, é claro, e não ir ao teatro com a família e muito menos a trabalho.</p>
<p>Pensando nessas situações tão dramáticas e dolorosas, a Heineken, mancomunada com o jornal La Gazetta Dello Sport, criou uma pegadinha para o desespero dos torcedores milaneses. Namoradas apareceram do nada querendo assistir um concerto de música clássica no teatro, chefes “convidaram” seus fãs do Milan também para a apresentação de um quarteto de cordas.</p>
<p>No meio do concerto, o telão do teatro começa a exibir frases como “Não é difícil dizer não ao chefe?”, “E para a namorada?”, “Como eles poderiam pensar em perder a grande partida?”.</p>
<p>Logo após, vem “Are you still with us?”, assinatura atual da Heineken, o quarteto toca o hino da Champions League e o telão passa a exibir o jogo entre Milan e Real Madrid ao vivo. Para completar, o time italiano ganhou por 3 a 2. Gênio.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UrM8kYSGiG0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UrM8kYSGiG0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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